quarta-feira, 10 de novembro de 2010

As 'cadeias' da nossa net

A minha caixa de correio (gmail) comparada com outras que conheço, costuma estar muito arrumadinha. Quando recebo uma mensagem abro-a primeiro, é claro, e das duas uma – ou é mesmo para guardar, como por exemplo as facturas, que envio logo para o marcador «facturas», ou é para responder e portanto respondo e apago-a porque se quiser encontro-a no «correio enviado», ou tem alguma graça especial e também a arrumo na pasta de «piadas». De resto, mais de metade, leio e apago, portanto à vista tenho umas 15 mensagens se tanto.
Mas acontece que tenho algumas amigas e amigos que se fartam de receber FW, aí uns 10 de cada vez, e nem hesitam reenviam-me gostosamente toda essa literatura. Confesso aqui, publicamente, que muitas vezes quando vejo 10 FW do mesmo remetente, tenho ganas de apagar aquilo tudo sem ler!!!! Até porque muitos deles andam há anos, muitos anos mesmo, a passear pela net sem mudar uma vírgula...
Mas aquilo com que tenho muita cautela é com as ‘cadeias de solidariedade’. Contam-nos uma história muito desgraçada, de uma criança doente por exemplo, ou alguém que tem de fazer uma operação, e a empresa xkz por cada mail que nós reenviemos oferece um euro a esses pobres necessitados.
E, pela lei dos grandes números, mesmo que só 10% aceite essa proposta ainda é muita coisa. Mas já me avisaram que isso,  até pode ser um modo de se conseguir maillings gigantes para publicidade, por exemplo.
Mas o que mais me revolta são os que são mesmo mentira descarada e continuam a passar anos e anos. Lembro-me de uma menina doente e fotogénica cujo caso foi desmentido várias vezes e ainda me vem aparecendo.
Hoje teve a sua graça porque o valor tem aumentado conforme a inflação e então depois de um palavriado apropriado e umas fotos comoventes diziam que por cada mail que enviássemos a Unicef receberia 5 € – aliás mais à frente falavam em 10! Ena, ena! Foi dos que apaguei sem apelo nem agravo e logo depois recebo da amiga que mo enviou um desmentido da Unicef. 
Desta vez a cauda do gato ficou mesmo de fora.
E este tipo de anúncio?...

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

«Triunfo» de quê?

Eu não sou grande admiradora de concursos de tv. Costumo assistir ao primeiro da série, para tomar a temperatura à coisa, e depois deixo cair. Já não gostava lá muito de exames quando andava a estudar, e isto de uma pessoa prestar-se a «fazer exame», muitas vezes passando por situações ridículas perante milhares de expectadores, faz-me sentir desconfortável. Portanto, muito simplesmente, mudo de canal ou vou fazer outra coisa. 
Há uns anos ( em 2003 creio eu) a RTP transmitiu um programa/concurso inspirado num modelo espanhol, onde após seleccionado um grupo de «aspirantes a cantores» os convidavam a entrar numa espécie de colégio interno, academia onde aprendiam tudo o que se refere à profissão: tinham aulas de voz, de interpretação, de postura em palco, de coreografia, etc. Semanalmente ofereciam um espectáculo com o nome pomposo de Gala, onde nos mostravam aquilo que iam aprendendo ao longo dos meses.
Para mim, o maior interesse, e por isso segui esse concurso com atenção, é que durante a semana nos iam mostrando o dia-a-dia desses alunos, como eram as aulas, parte do que lhes era ensinado, víamos como iam reagindo às exigências desse ensino muito condensado, e os resultados finais. Pedagógico e interessante. Mostrava bem que ser cançonetista não é abrir a boca e cantar, há muito «partir de pedra» até lá se chegar.
Com o tempo, as edições desse concurso, passaram a centrar-se cada vez mais no espectáculo final e a parte pedagógica das aulas foi desaparecendo.
Este sábado o concurso voltou. É claro que uma única vez é pouco para apreciar, mas por aquilo que entendi desapareceu definitivamente a tal meia-hora diária onde assistíamos ao trabalho verdadeiro. Para mim, perdeu 80% da graça.
parece uma pistola (!)
Depois, desta vez ou ando com mau feitio, ou me deu para embirrar, alguma coisa se passa. Aqueles jovens são preparados por especialistas, que lhes escolhem a fatiota, o penteado, a maquilhagem com que vão para o palco. Pelo menos aí, tudo devia ser impecável. Mas que raio de gosto faz enfarpelar uma pobre miúda, com um pesado blusão preto de cabedal, umas botifarras enormes, pretas, até ao joelho, e depois uma saia de tule azul claro, muito curta, tipo tutu, deixando 10 centímetros de perna à vista…? Aquilo correspondia a que estilo?
Pronto, cumpri a minha promessa de ver o primeiro programa. Mas tenho um certo desgosto de terem dado cabo da parte pedagógica do concurso, o que o tornava diferente dos outros, para melhor.
Pronto, tenho de me habituar a que quando um modelo muda, não melhora.
Paciência.

Pé-de-Cereja

sábado, 6 de novembro de 2010

Como estamos em fim-de-semana

E se aproxima a época super-consumista do Natal, decidi deixar aqui a prova de que não é necessário brinquedos sofisticados para uma criança se divertir.
Basta imaginação









Pé-de-Cereja

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Uma explicação inútil

...mas que me apetece dar.

Como o meu grupinho de leitores habitual já o sabe, eu passeio-me pela blogosfera há anos. Bastantes. Primeiro colaborei num blog, quase em segredo, depois fui convidada para um outro, colectivo, onde ainda passei quase dois anos e lá adquiri quase toda a experiência, mais tarde saí desse e pela primeira vez experimentei ter um blog individual que uma conhecida na net tinha montado mas não usava e me ofereceu, e mais tarde mudei de servidor passando para a blogspot mas sem mudar nada no blog.
Ou seja, quanto a blogs, fui «aceitando» aquilo que me propunham ( e disso estou muito agradecida!) mas nunca tinha feito um ‘de raiz’.
Começando pelo nome.
Quando disse que a explicação era desnecessária, é porque o nome do «Cerejas» fala por si. Todos entendem que eu pretendo conversar, que «as conversas são como as cerejas» (ou, como também se diz, palavra-puxa-palavra) e aquilo que eu pretendia era um pouco de paleio com quem por aqui passasse e achasse que tinha algo a dizer.
Mas para mim, cereja é mais do que essa associação de encadeamento que nos vem logo à ideia. Eu gosto de cerejas. Costumo pensar que se fosse um animal era uma ave, e se fosse um fruto seria uma cereja. Reparem:
Mesmo com as técnicas modernas, este não é um fruto de todo o ano. Tem a sua época e mais nada! Diferente das maçãs, pêras, bananas, laranjas, que deixaram de ter época própria…
Depois a cereja é pequena como eu, e vermelha como eu gosto de pensar que sou. A postura na vida que me coloca desde sempre num quadrante de esquerda não tem mudado de cor apesar das más surpresas que vamos vivendo. Com excepção do clube de futebol, sou realmente como a cereja (o clube é capaz de ser o pezinho, que também é importante…)
Depois há um ponto para mim importante – o caroço. Sendo uma fruta doce, sem acidez, sem fibras, pele macia, mas lá no fundo tem o caroço, ela, cereja, protege a sua semente com energia. E eu gosto de acreditar que também assim sou – moderada e sensível, os valores importantes defendo-os com unhas e dentes. O caroço é realmente duro.
Quanto a este blog, devo uma explicação: eu domino muito mal estas técnicas. Até agora ou as coisas vinham já feitas, ou pedia ajuda a um blogger amigo que agora tem andado afastado destas lides. Não metia eu mesma a «mão-na-massa».
Atrevi-me. E saiu este «Cerejas». Falta imensa coisa e tenho andado a ver se descubro como é. Por exemplo, o convite para comentar está muito pequenino e pode haver quem não dê por ele… Catástrofe!!! Para mim os comentários são a parte mais viva do blog!
Por outro lado a coluna do lado, também precisa de vários retoques e ainda não descobri como pôr aquilo que eu quero (não a proposta já montada que o blogspot oferece)
Vamos a ver.
Devagarinho, que este blog, desta vez não anda nada acelerado, mas vou descobrido algumas coisas. Peço que tenham paciência….

Pé-de-Cereja

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Charia

Tenho por norma, como boa agnóstica que me considero, não falar de religião, seja ela qual for. Acho que se acredita ou não e ninguém muda de opinião através de argumentos racionais.
Mas é claro que quando a religião está por detrás de actos que vão contra o que sinto como Direitos Humanos ( a Inquisição, por exemplo, que se praticou em larga escala, ou ainda hoje a excisão feminina) passa para um degrau diferente e creio que injusto seria ‘branquear’ as coisas com o véu de que são-costumes-religiosos.
A Charia existe em países onde as leis comuns são religiosas, e se possivelmente muitas delas são bem aceites e digamos que ‘inofensivas’ para a dignidade e direitos humanos, há casos que não se podem aceitar com a justificação de que são leis religiosas.
O adultério era um pecado gravíssimo, ainda há poucos séculos. Eu era adolescente quando li «A Letra Escarlate» e chorei convulsivamente. Existe bastante literatura onde lemos que um marido que matasse a mulher se a encontrasse em claro adultério era absolvido.
De qualquer modo o mundo, o tal Primeiro Mundo, mudou.
Mas a Charia mantêm as suas leis. Adultério e homossexualidade são crimes horrendos punidos com morte, e não uma morte rápida e pouco dolorosa, morte por apedrejamento!!!
Sabemos que uma iraniana, Sakineh Mohammadi-Ashtiani, viúva – mas isso não interessa, porque o adultério tanto é durante a vida do marido como após a sua morte... – foi acusada de ter relações com um homem. Foi portanto condenada a ser apedrejada até morrer.
Dizia-se que o seria esta quarta-feira, não o foi mas pode sê-lo a qualquer momento, pelos vistos.
Enquanto nós esperamos um autocarro, tomamos um café, damos um recado ao telemóvel, lavamos a loiça, uma mulher de 43 anos, viúva, mãe de dois filhos pode estar a sofrer um martírio porque não foi fiel ao marido depois de morto.
Arrepia?
Pois arrepia!


Pé de Cereja


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

9.710.539.940,09 €

Recebido por email, mas desejo partilhar convosco:


A burla cometida no BPN não tem precedentes na história de Portugal !!!
O montante do desvio atribuído a Oliveira e Costa, Luís Caprichoso, Francisco Sanches e Vaz Mascarenhas é algo de tão elevado, que só a sua comparação com coisas palpáveis nos pode dar uma ideia da sua grandeza.
Com 9.710.539.940,09 € (NOVE MIL SETECENTOS E DEZ MILHÕES DE EUROS.....) poderíamos:
Comprar 48 aviões Airbus A380 (o maior avião comercial do mundo).
Comprar 16 plantéis de futebol iguais ao do Real Madrid.
Construir 7 TGV de Lisboa a Gaia.
Construir 5 pontes para travessia do Tejo.
Construir 3 aeroportos como o de Alcochete.
Para transportar os 9,7 MIL MILHÕES DE EUROS seriam necessárias 4.850 carrinhas de transporte de valores!

Assim, talvez já se perceba melhor o que está em causa.

Distribuído pelos 10 milhões de portugueses, caberia a cada um cerca de  
                                    971 € !!!

(dava-me jeito...) 

Pé de Cereja

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Um blog coloquial?...tem de ter condições.

É curioso isto dos nossos hábitos de conversa.

É caso sabido que quanto mais se conversa mais motivos vamos tendo para conversar. Um amigo que vemos todos os dias, ou colega de trabalho com quem tenhamos confiança, temos sempre imenso para contar e... todos os dias! É sabido que quando somos adolescentes, estamos com uma amiga todos os intervalos da escola, vimos com ela no caminho de casa a conversar e ao chegar ainda ligamos para ela porque nos lembrámos de um a coisa importantíssima de que nos tínhamos esquecido (estou a recordar a minha adolescência quando não havia telemóveis!!!)

Mesmo já «maduros» o processo é semelhante. Um amigo que não vemos durante um ano quando estamos juntos sentimos que só dá para contar factos com alguma importância, ao passo que ao colega de sala falamos que nos assentou mal o almoço da véspera ou que tivemos um furo no pneu que nos atrasou a chegar a casa.
Tenho pensado isto tudo a propósito do blog «Cerejas». Como se notava pelo nome eu pretendia um «blog coloquial», daqueles que são em parte 'escritos' pelos leitores com os comentários que fazem.
Mas, para isso - de acordo com o exemplo que dei - tinha de praticar uma escrita muito mais frequente. Um post todos os dias, ou quando muito dia sim, dia não, e a uma hora mais certa como uma leitora aqui sugeriu.
Pois é.
Tenho que reformular a concepção do Cerejas, que assim não vou lá!

É claro que o Mundo à nossa volta está cheio de acontecimentos, mas eu tinha pensado não tocar em temas 'políticos'. A telenovela da aprovação do Orçamento, por exemplo. Não me emocionou nadinha.
a eleição da Dilma, foi outra coisa. Com isso fiquei satisfeita e merece um post. Talvez aí venha!

Pé-de-Cereja

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Ena tantas...

Reconheço que não fixei o nome da vila(?) cidade(?) região(?) onde se passa este fenómeno. Mas para o caso acho isso secundário desde que o facto seja verdadeiro.
Imaginem que estava ontem a discutir questões de género e às tantas ouvi um jovem que eu conhecia mal mas era professor universitário pelo que merece certo crédito, contar uma história espantosa que ele garantia ser verdade.
Há pouco tempo tinha assistido a uma mesa redonda, creio eu, onde uma das oradoras era uma senhora brasileira. Também se debatia algo ligado ao género, e a senhora deu a sua opinião com toda a calma e segurança. Depois de todos terem falado, ao chegar ao ponto das perguntas da assistência, alguém perguntou a essa senhora se ela não era natural de ******* ? ( e aqui entra a minha falta de atenção, porque não fixei o nome da terra)
Com toda a naturalidade ela confirmou.
A pessoa que tinha feito a pergunta informou então o resto da assistência que essa terra era conhecida por ter um ratio de 15 mulheres para 1 homem.

Como......?

A oradora não o negou. Parece que a imigração masculina é enorme. Mas... mas... Quinze mulheres por cada homem? O que é que elas lhes fazem para eles fugirem?
Pensando bem deve ser péssimo ser homem nesse lugar, mas que solidão!






Pé de Cereja

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Mas o que se passa com "os meus" teclados?

Bolas! 
Todos nós escrevemos (ou teclamos como agora se diz) muitas vezes por dia. Todos os meus amigos têm um pc. Tornou-se tão comum como o telemóvel, talvez.  Eu, como sou rica, tenho dois. Um de secretária, e um portátil.
A coisa começou com o de secretária. Enquanto a torre do dito dura anos, o monitor idem, os meus teclados ao fim de cerca de um ano de uso, começam a desmaiar, a não se ver as letras, muito apagadinhas, sobretudo as que mais se usam, e às tantas enervo-me e compro um teclado novo! Se calhar o erro é não comprar um mais caro, mas quando sai da caixa parece óptimo. Até… de novo as letras começarem a desfalecer, a apagarem-se e lá tenho eu que adivinhar se é um O ou C, um R ou um P, se é um M ou um N. E os meus amigos riem-se, dizendo que sou uma palerma, que devo bater aqui à bruta porque nunca tal lhes acontece.
Sniff… Mas nos portáteis a coisa resiste muito mais, nunca me tinha acontecido as letras desmaiarem. E eu pensava que era porque o modo de gravar as letras nas teclas era de melhor qualidade.
Oh, desilusão!! Bem sei que este em que escrevo agora já não está na flor da idade, mas começa a apanhar o mesmo vírus: o O já parece um C, o pobre do A só mostra o ângulo de cima, o R está igual ao P, e o M e o N estão iguais, vê-se o cantinho de cima e mais nada.
Pronto, o defeito é meu, só pode ser. Vou treinar a escrever como as boas dactilógrafas, que nem olham o teclado. E assim até pode estar tudo em branco que não me rala!



Assim, já me valia a pena...



Pé de Cereja

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

...verdade? ou imagem?


«Uma imagem vale mais do que mil palavras» diz a tal sabedoria chinesa.
Muitos de nós acreditamos nisso, uma vez que se pode mentir com a maior facilidade (quem nunca o faz?) e quando se vê uma imagem tal transporta uma grande força de veracidade. «Vi, com os meus próprios olhos!» é um argumento que costuma ‘arrumar’ com algumas discussões.
Por outro lado, mentir é facílimo. Mentir «bem», de modo a não ser apanhado, é que nem sempre é fácil.  Lembro-me de um jogo-cantilena, de quando era criança, que não me lembro como começava mas a cantilena era «mentes tu! porquê, onde estavas tu? estava em casa de X. Mentes tu! (dizia o X) porquê, onde estavas tu? estava em casa do R. mentes tu, dizia o R... » etc e hoje quando oiço certos debates entre políticos de cores semelhantes parece mesmo que estou a ouvir «mentes tu!»
Mas o certo é que é das noções que mais me faz pensar e ter dívidas, essa tal da ‘verdade’. O que é "isso"? Lembro-me muitas vezes das conversas que tinha com o meu filho quando era mais novo e muito fundamentalista nessa coisa das verdades e mentiras.« –Oh mãe, o sr. que diz o tempo é mentiroso; disse que ia fazer sol e está a chover!» «Não, não é mentiroso, enganou-se. Uma pessoa pode enganar-se….»
E daqui partem muitos conceitos que são difíceis para as crianças e até para certos adultos. A mentira é uma falta consciente à verdade. Tendo conhecimento de um facto, afirma-se outra coisa sabendo que isso é falso.
E depois existem as variadíssimas qualidades de não-verdades! Omitir uma coisa, por exemplo. A mentira-social: Negar ou afirmar algo, para não magoar alguém, é mentira?
Mas comecei a falar nas imagens que, coitadinhas, não têm muita culpa, porque afinal são mesmo o que mais se pode manipular.
Os intervalos em tv, são como sabemos enooormes, e recheados de anúncios. Alguns muito bem feitos, outros nem por isso, mas há algum que não seja mentiroso? Basta o modo como aquilo que se quer vender é fotografado, por outro lado a facilidade de aplicação do material, o aspecto felicíssimo de quem os utiliza, etc.
Já viram os lindíssimos carros que deslizam em estradas onde não se vê mais nenhum?! Claro que são bonitos, que andam bem, que são cómodos, mas gostaria de ver uma filmagem dessas belezas na IC19 pelas 18, 19 horas. Isso sim.
Mentiras? Huuummm...
Mas lá que não acredito nas imagens, isso é certo.
São umas grandes mentirosas!!!
Pé de Cereja